Desafios da esquerda nos dois países vão além das eleições com avanço da extrema direita na região e ameaças de Trump
Entre janeiro e dezembro de 2023, as cinco principais economias da América Latina estiveram sob o comando simultâneo de governos à esquerda, pela primeira vez na história – Alberto Fernández (Argentina), Lula (Brasil), Gabriel Boric (Chile), Gustavo Petro (Colômbia) e Claudia Sheinbaum (México) estiveram na Presidência de seus países ao mesmo tempo. Isso tem mudado e, nos últimos tempos, a região assiste a uma sequência de vitórias conservadoras nas urnas.
Além do triunfo do conservador Rodrigo Paz Pereira na Bolívia em 2025, quem também vê a extrema direita avançar é o Peru. Keiko Fujimori, filha do ditador Alberto Fujimori, que governou o país durante toda a década de 1990, e morreu em 2024, lidera a apuração do segundo turno presidencial. Com Daniel Noboa e Santiago Peña, respectivamente, o Equador e o Paraguai também põem em prática uma agenda reacionária e pró-EUA, com direito a militares dos EUA em seus países.
Torcendo pra Colômbia amanhã não seguir o caminho do Peru!


